Enrique é um menino sorridente que luta contra a leucemia desde os 6 meses de idade.
Agora ele está procurando doadores de medula óssea.
Visite o blog do Enrique e vá até a Hemominas se cadastrar como doador. É um exame simples, uma amostra do seu sangue será coletado para exames. Uma pequena amostra que poderá fazer uma grande diferença.
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
segunda-feira, 13 de setembro de 2010
A Gincana TEEN está chegando!!!
As inscrições vão até quinta-feira, dia 16/09.
A Gincana ocorrerá no sábado, dia 18/9, no TFLA Caiçara, de 13 às 18 horas.
Vai ter Hoola Hoopla Competition (com bambolê), water race, competição com balões de água, dodgeball, atividade com massinha e outras surpresas que só serão reveladas na hora.
Alunos pagam R$3,00, não-alunos pagam R$6,00.
A equipe vencedora ganha um fim de semana no Maquiné Park Hotel com direito a um acompanhante cada!!!!
Cada equipe pode ter até 5 integrantes, com idades entre 8 e 12 anos.
Tá esperando o quê???? Corra, inscreva-se e dê este presente ao seu pai ou à sua mãe. Já está passando da hora de você começar a pagar as viagens de férias da família!!!
sexta-feira, 10 de setembro de 2010
Quer concorrer a um fim de semana no Maquiné Park Hotel?
Então participe do TFLA Teen Games.
Não precisa ser aluno para participar. Monte sua equipe e venha se divertir. O prêmio vale para acompanhante também!!!
A gincana ocorrerá no sábado, dia 18/9, no TFLA Caiçara.
Para mais informações, ligue 3471.5900 ou 3462.0729
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
Não tem mais desculpa
Se até hoje você continua aceitando sacolas plásticas em padarias, farmácias e demais estabelecimentos comerciais com a desculpa de que é pra colocar nas lixeiras, pode parar agora mesmo!!!
Você pode proteger a sua lixeira e o lixeiro de outra forma muito mais econômica para você e ecológica para todos nós.
Basta uma folha de jornal.
Você pode proteger a sua lixeira e o lixeiro de outra forma muito mais econômica para você e ecológica para todos nós.
Basta uma folha de jornal.
Dobre a folha ao meio, formando um triângulo.

Depois, dobre os dois lados do triângulo, formando a figura abaixo.

Finalmente, dobre a parte que ficou solta para dentro, como na imagem abaixo.

Pronto! Aqui está sua nova sacola para lixeiras! Basta colocar o cesto de jornal dentro da lixeira (na forma como ficou abaixo), dizendo adeus ao plástico e aos velhos costumes pouco ecológicos!
E viva a consciência ambiental do novo milênio!!!!
Marcadores:
consciência ambiental,
jornal para lixeiras
sábado, 4 de setembro de 2010
Biografia Secreta
Quando eu era menina,
Meus sapatos nunca serviam;
Bolhas de um rosa vivo nos calcanhares.
Não me lembro: será que meus sapatos
eram muito apertados
ou eram grandes demais?
Com o chapéu nas mãos, os coitados dos meus pais
perguntavam ao médico: "Tudo certo com ela?"
"Problema com os pés", dizia o médico.
"O defeito é grave."
E assim meus pais gastavam seu dinheirinho
em sapatos reforçados
para os pés defeituosos.
O médico ameaçava:
"Ela nunca mais pode andar descalça!"
Nos sapatos de chumbo, eu acidentalmente atingia
o lado de dentro dos tornozelos
ao correr ou andar -
os sapatos faziam meus joelhos baterem um no outro,
com os ossos estalando, os tornozelos sangrando.
Mas sem aqueles sapatos, sem nenhum sapato,
os cachorros e eu corríamos como o vento.
Toda criança tem uma vida secreta
longe dos adultos.
E assim, no verão ou na neve,
não fazia diferença, eu escapulia
para uma das verdes salas do trono
na floresta, e lá eu desatava
os mil cordões dos sapatos de ferro,
fazia força para abrir os canos altos e duros,
e arrancava aqueles sapatos de duzentos quilos
que poderiam atingir e matar uma mula.
E então eu só ficava ali sentada,
uma menininha cantando alto lá-lá-lá
enquanto meus pés balançavam descalços, a escutar.
Forçada de volta
àqueles sapatos ano após ano,
foi então que comecei a planejar
amputar meus pés
só para ver o médico desmaiar,
só para refletir sua visão brutal
de como deveriam ser pés "sem defeito".
"Não andará direito
pelo resto da vida", disse ele.
"É grave. Muito grave", disse ele.
Uma vez ouvi uma mãe rica
dizer à filha toda arrumadinha
num banheiro público
onde se pagava dez centavos
para usar o sanitário limpo
em vez de sujo:
"Não deixe seus pés se alargarem;
use sapatos o tempo todo,
até quando for dormir...
Não tenha pés comuns",
aconselhou a mãe.
Fiquei cismada... "Mas
o pé comum é tão...
bem, é tão bom ele ser comum, não é mesmo?"
"Não! Ela não tem arco nenhum", disse o médico...
"É grave. Muito grave", disse ele.
Aqueles sapatos de ferro... para impedir
meu arco de tocar no chão
"... como uma índia de pés chatos", disse ele.
"Mas meus antepassados", murmurei...
"Eu sou uma índia de pés chatos", disse eu.
E mais tarde, já adulta, ao ver
minhas ancestrais
e seus pés de solas gordas,
eu soube que meus pés foram criados
para andar por campos de lavoura,
para cobrir quilômetros na terra batida no escuro,
para ingerir nutrientes da terra
direto através das solas,
e para andar empertigada, deslizar
e girar na roda de dança.
Mas naquela época, nas chamadas
"boas maneiras do interior",
os pés das mulheres
costumavam ser criados para tornarem-se
pequenos sacrifícios humanos,
mantidos pequenos demais,
não sem peias,
mas, de certo modo, sem pés.
Incapazes de correr
morro acima,
morro abaixo ou
... de fugir.
Revela-se...
que era exatamente esse o objetivo.
Mas meus pés fugiram comigo
neles de qualquer modo.
E hoje, nada de sapatos reforçados
para me fazer "andar direito",
pois com eles ou sem eles, não importa,
eu nunca andei direito;
... até mesmo hoje, seguindo pela rua,
eu dou uma guinada,
de repente querendo ver alguma coisa,
me juntar àquela marcha,
recuperar essa noite,
falar com alguma pessoa ou algum bicho,
fazer um desvio até uma flor que cresce
através das pedras,
abaixar para falar com uma criança
sobre a ocupação importantíssima
de caçar coelhos para obter créditos acadêmicos,
ou só parar e balançar diante de um amado.
Meus pés e pernas pertencem Àquele que Dança
que também possui meus quadris...
e os sapatos corretivos não
corrigiram nada
que fosse mais necessários para minha Alma.
Todos os ritmos mais importantes,
os jeitos de parar e os passos largos
permanecem "sem conserto".
Agora, acho que os sapatos talvez sejam
uma das minhas formas cruciais de arte.
Espero que por fim seja aceitável
que eu com frequência use
os tipos de sapatos mais descabidos
e às vezes irreverentes
que sejam possíveis. Por favor,
posso ver os pretos
com rosas vermelhas, aqueles
com tiras que se enrolam e se enrolam no tornozelo,
aqueles com laços atrevidos no calcanhar,
minhas botas de motociclistas com biqueira de aço
ou os mocassins de camurça que me deixam
sentir até uma simples semente debaixo da sola?
Acho que por fim chegou a hora
- e sem consultar qualquer médico -
em que posso também andar descalça
sempre que possível,
para que eu realmente possa enxergar e ouvir...
(Retirado do livro A Ciranda das Mulheres Sábias, de Clarissa Pinkola Estés que fala sobre...)
Ser jovem enquanto velha,
velha enquanto jovem
(pois...)
Quando uma pessoa vive de verdade,
todos os outros também vivem.
Meus sapatos nunca serviam;
Bolhas de um rosa vivo nos calcanhares.
Não me lembro: será que meus sapatos
eram muito apertados
ou eram grandes demais?
Com o chapéu nas mãos, os coitados dos meus pais
perguntavam ao médico: "Tudo certo com ela?"
"Problema com os pés", dizia o médico.
"O defeito é grave."
E assim meus pais gastavam seu dinheirinho
em sapatos reforçados
para os pés defeituosos.
O médico ameaçava:
"Ela nunca mais pode andar descalça!"
Nos sapatos de chumbo, eu acidentalmente atingia
o lado de dentro dos tornozelos
ao correr ou andar -
os sapatos faziam meus joelhos baterem um no outro,
com os ossos estalando, os tornozelos sangrando.
Mas sem aqueles sapatos, sem nenhum sapato,
os cachorros e eu corríamos como o vento.
Toda criança tem uma vida secreta
longe dos adultos.
E assim, no verão ou na neve,
não fazia diferença, eu escapulia
para uma das verdes salas do trono
na floresta, e lá eu desatava
os mil cordões dos sapatos de ferro,
fazia força para abrir os canos altos e duros,
e arrancava aqueles sapatos de duzentos quilos
que poderiam atingir e matar uma mula.
E então eu só ficava ali sentada,
uma menininha cantando alto lá-lá-lá
enquanto meus pés balançavam descalços, a escutar.
Forçada de volta
àqueles sapatos ano após ano,
foi então que comecei a planejar
amputar meus pés
só para ver o médico desmaiar,
só para refletir sua visão brutal
de como deveriam ser pés "sem defeito".
"Não andará direito
pelo resto da vida", disse ele.
"É grave. Muito grave", disse ele.
Uma vez ouvi uma mãe rica
dizer à filha toda arrumadinha
num banheiro público
onde se pagava dez centavos
para usar o sanitário limpo
em vez de sujo:
"Não deixe seus pés se alargarem;
use sapatos o tempo todo,
até quando for dormir...
Não tenha pés comuns",
aconselhou a mãe.
Fiquei cismada... "Mas
o pé comum é tão...
bem, é tão bom ele ser comum, não é mesmo?"
"Não! Ela não tem arco nenhum", disse o médico...
"É grave. Muito grave", disse ele.
Aqueles sapatos de ferro... para impedir
meu arco de tocar no chão
"... como uma índia de pés chatos", disse ele.
"Mas meus antepassados", murmurei...
"Eu sou uma índia de pés chatos", disse eu.
E mais tarde, já adulta, ao ver
minhas ancestrais
e seus pés de solas gordas,
eu soube que meus pés foram criados
para andar por campos de lavoura,
para cobrir quilômetros na terra batida no escuro,
para ingerir nutrientes da terra
direto através das solas,
e para andar empertigada, deslizar
e girar na roda de dança.
Mas naquela época, nas chamadas
"boas maneiras do interior",
os pés das mulheres
costumavam ser criados para tornarem-se
pequenos sacrifícios humanos,
mantidos pequenos demais,
não sem peias,
mas, de certo modo, sem pés.
Incapazes de correr
morro acima,
morro abaixo ou
... de fugir.
Revela-se...
que era exatamente esse o objetivo.
Mas meus pés fugiram comigo
neles de qualquer modo.
E hoje, nada de sapatos reforçados
para me fazer "andar direito",
pois com eles ou sem eles, não importa,
eu nunca andei direito;
... até mesmo hoje, seguindo pela rua,
eu dou uma guinada,
de repente querendo ver alguma coisa,
me juntar àquela marcha,
recuperar essa noite,
falar com alguma pessoa ou algum bicho,
fazer um desvio até uma flor que cresce
através das pedras,
abaixar para falar com uma criança
sobre a ocupação importantíssima
de caçar coelhos para obter créditos acadêmicos,
ou só parar e balançar diante de um amado.
Meus pés e pernas pertencem Àquele que Dança
que também possui meus quadris...
e os sapatos corretivos não
corrigiram nada
que fosse mais necessários para minha Alma.
Todos os ritmos mais importantes,
os jeitos de parar e os passos largos
permanecem "sem conserto".
Agora, acho que os sapatos talvez sejam
uma das minhas formas cruciais de arte.
Espero que por fim seja aceitável
que eu com frequência use
os tipos de sapatos mais descabidos
e às vezes irreverentes
que sejam possíveis. Por favor,
posso ver os pretos
com rosas vermelhas, aqueles
com tiras que se enrolam e se enrolam no tornozelo,
aqueles com laços atrevidos no calcanhar,
minhas botas de motociclistas com biqueira de aço
ou os mocassins de camurça que me deixam
sentir até uma simples semente debaixo da sola?
Acho que por fim chegou a hora
- e sem consultar qualquer médico -
em que posso também andar descalça
sempre que possível,
para que eu realmente possa enxergar e ouvir...
(Retirado do livro A Ciranda das Mulheres Sábias, de Clarissa Pinkola Estés que fala sobre...)
Ser jovem enquanto velha,
velha enquanto jovem
(pois...)
Quando uma pessoa vive de verdade,
todos os outros também vivem.
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
Back to the past (Christmas 2006)
Volder, Debbie, Loui, Ben, Alex, Robin, Mirta, Flags, Marilyn, Katie, Tina, Cristiano, Cidão, Redoan, Carol e outros tantos que estavam conosco no natal de 2006 e que agora estão espalhados pelo mundo. A Katie está novamente na Espanha, o Alex agora é médico em São Paulo (se não me engano). O Carlos (Ben) está sempre em algum país estrangeiro à serviço da Petrobrás ou visitando seus incontáveis amigos internacionais. O Volder e a Debbie continuam na Argentina (e nós continuamos torcendo para que decidam voltar). O Loui continua sendo um pai maravilhoso e um amigo presente. A Mirta se casou e o Robin vai se casar em breve. O Redoan está na Europa passeando e a Carol teve um lindo bebê. A Tina, o Cristiano e o Cidão sumiram (alguém sabe deles?). A Marilyn está brilhando em Los Angeles e a Judy....??? Cadê a Judy?
Onde quer que estejam todos, continuam fazendo parte da nossa história.

Onde quer que estejam todos, continuam fazendo parte da nossa história.
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
Em tempos de eleição...
Algumas frases célebres sobre política:
"Politics is the art of looking for trouble, finding it everywhere, diagnosing it incorrectly, and applying the wrong remedies." —Groucho Marx
"Vote: the instrument and symbol of a freeman's power to make a fool of himself and a wreck of his country." —Ambrose Bierce, The Devil's Dictionary
"Everything is changing. People are taking their comedians seriously and the politicians as a joke." —Will Rogers
"Outside of the killings, Washington has one of the lowest crime rates in the country." —Marion Barry, former mayor of Washington, D.C.
"I was recently on a tour of Latin America, and the only regret I have was that I didn't study Latin harder in school so I could converse with those people."—Dan Quayle
"A política é constituída por homens sem ideais e sem grandeza." - Albert Camus
"Nada há de mais ruidoso - e que mais vivamente se saracoteie com um brilho de lantejoulas - do que a política." - Eça de Queiroz
"Curiosamente, os votantes não se sentem responsáveis pelos fracassos do governo em que votaram." - Alberto Moravia
"Politics is the art of looking for trouble, finding it everywhere, diagnosing it incorrectly, and applying the wrong remedies." —Groucho Marx
"Vote: the instrument and symbol of a freeman's power to make a fool of himself and a wreck of his country." —Ambrose Bierce, The Devil's Dictionary
"Everything is changing. People are taking their comedians seriously and the politicians as a joke." —Will Rogers
"Outside of the killings, Washington has one of the lowest crime rates in the country." —Marion Barry, former mayor of Washington, D.C.
"I was recently on a tour of Latin America, and the only regret I have was that I didn't study Latin harder in school so I could converse with those people."—Dan Quayle
"A política é constituída por homens sem ideais e sem grandeza." - Albert Camus
"Nada há de mais ruidoso - e que mais vivamente se saracoteie com um brilho de lantejoulas - do que a política." - Eça de Queiroz
"Curiosamente, os votantes não se sentem responsáveis pelos fracassos do governo em que votaram." - Alberto Moravia
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