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sábado, 8 de agosto de 2009
quinta-feira, 23 de julho de 2009
Para gostar de Ler nas férias (e na volta às aulas)
1) Menina das Estrelas (Ziraldo, Editora Melhoramentos, 2007) - Num bate papo com crianças da 4a série sobre seu livro O Menino da Lua, Ziraldo escutou de uma menina a seguinte pergunta: "Por que é que você não pôs meninas nos seus planetas?" O autor levou um susto, e do susto resolveu escrever este livro. Um presente para todas as meninas de zero a 90 anos.
2) Maluquinho por Futebol - As Histórias mais Malucas sobre a Maior Paixão do Brasil (Ziraldo, Editora Globo, 2008) - para meninos de zero a 90 anos.
3) Querido Diário Otário - #1: É Melhor Fingir que isso Nunca Aconteceu (Jim Benton, Ed. Fundamento, 2008) - Jamie Kelly é uma menina pra lá de invocada que escreve um diário hilário. Só não conta pra ela que você está lendo, porque ela vai ficar uma fera!!! Diversão do # 1 ao # 6. Para crianças e adolescentes.
4) Ídolo Teen (Meg Cabot, Ed. Galera Record, 2008) - Jenny Greenley é uma estudante do Ensino Médio especialista em solucionar problemas de todo mundo, menos os seus. Quando um ator famoso tenta se passar por um aluno da sua escola, a confusão é tão grande que nem a sensata Jenny sabe se poderá consertar. Prepare-se para rir muito. Para adolescentes.
5) A Ilha (Victoria Hislop, Ed. Intrínseca, 2008) - Alexis nunca conseguiu arrancar de sua mãe nada sobre seu passado na Grécia. Num momento de crise de identidade, ela resolve visitar uma grande amiga da sua mãe no vilarejo de Plaka, e essa viagem a fará descobrir a deserta ilha de Spinalonga - sede da antiga colônia de leprosos da Grécia, desativada. Juntamente com a ilha, Alexis descobre também a história da sua família devastada pela guerra, pela lepra e pela paixão. Uma leitura cativante que mexe com as mais profundas emoções. Para jovens e adultos.
6) Por que os Homens são Assim? (Steve Biddulph, Ed. Fundamento, 2003) - do mesmo autor de Criando Meninos, ambos bestsellers internacionais, este livro deveria ser leitura obrigatória para toda a humanidade.
Num trecho do livro, o autor relata uma história contada por Robert Bly:
"Um homem de seus trinta e poucos anos decide telefonar de uma cidade distante, tentando atravessar o abismo que se formou entre ele e o pai. Os dois tiveram pouco contato nos últimos anos. Quando o pai atende...
- Oi, pai, sou eu.
- Oh, uh huh! Vou chamar sua mãe.
- Não chama, não. É com você que eu quero falar.
Faz-se uma pausa.
- Por quê? Está precisando de dinheiro?
- Não, não preciso de dinheiro.
(Neste ponto, a platéia sempre ri.)
E o rapaz começa a recitar um discurso meio que ensaiado, mas ainda assim vulnerável.
- Sabe que é, pai, eu andei pensando em você e nas coisas que fez por mim. Trabalhar aqueles anos todos em um emprego que você detestava só para sustentar e pagar a minha faculdade. A minha vida está bem hoje porque você me ajudou. Eu me lembrei que nunca agradeci.
Silêncio do outro lado da linha. O filho continua.
- Eu quero dizer obrigado.
Longa pausa antes da resposta do pai.
- Você andou bebendo????
O auditório sempre explode em risadas ao ouvir essa história, mas os homens riem com os olhos molhados e brilhantes."
Para homens e mulheres.
7) Steve Martin - Nascido para Matar... De Rir (Steve Martin, Ed. Matrix, 2008) - O ator conta a história de como se tornou um fenômeno do humor, do stand-up comedy ao cinema. Fala das pessoas que influenciaram sua carreira, suas crises de pânico, por que abandonou os palcos e sua difícil relação com a família. Um livro comovente e fácil de ler. Para jovens e adultos.
8) No Time to Say Goodbye - Surviving the Suicide of a Loved One ( Carla Fine, Ed. Broadway) - Tradução: Sem Tempo de Dizer Adeus - Sobrevivendo ao Suicídio de Alguém Querido (encontrado somente em inglês e japonês - para comprar acesse http://www.amazon.com/ ). A autora perdeu o marido por suicídio e resolveu escrever sobre sua experiência para ajudar outros sobreviventes (pessoas que perderam alguém querido por suicídio). Aos interessados em partes do livro em português, enviem e-mail para tfla@tfla.com.br . Estudos comprovam que o trauma sofrido por um sobrevivente ao suicídio é comparado ao vivido por um sobrevivente a um campo de concentração.
9) A Distância Entre Nós (Thrity Umrigar, Ed. Nova Fronteira, 2006) Todas as manhãs na Bombaim contemporânea, Bhima, uma empregada doméstica, deixa seu barraco na favela para cuidar da casa de Sera Dubash. Ali, Bhima esfrega o chão de um lugar em que será sempre uma estranha, limpa os estofados em que jamais poderá se sentar e lava a louça que não pode usar. No entanto, ainda que apartadas pela classe social e pelo sangue, Bhima e Sera estão unidas pelos laços femininos e pelas experiências de vida que compartilham. Comovente e arrebatador, uma história inesquecível. Para jovens e adultos.
10) Paixão Índia (Javier Moro, Ed. Planeta, 2006) - A Verdadeira história da Princesa de Kapurthala. Um mergulho na história da Índia e de um amor entre um Príncipe Indiano e uma bailarina espanhola. A história real de um amor que enfrentou barreiras culturais, a guerra e a gripe espanhola. Contém ilustrações. Para jovens e adultos.
11) Os Homens que Não Amavam as Mulheres (Stieg Larsson, Companhia das Letras, 2008) - Primeiro livro da Trilogia Millennium. Um dos mais comentados romances policiais dos últimos anos. O jornalista Mikael Blomkvist, em parceria com a hacker Lisbeth Salander, deverá desventar o sumiço de Harriet Vanger, sobrinha de um grande industrial sueco. O problema é que Harriet desapareceu há quase 40 anos, e o suposto autor do sequestro continua a enviar presentes para o seu tio, como num jogo macabro. Para jovens e adultos.
2) Maluquinho por Futebol - As Histórias mais Malucas sobre a Maior Paixão do Brasil (Ziraldo, Editora Globo, 2008) - para meninos de zero a 90 anos.
3) Querido Diário Otário - #1: É Melhor Fingir que isso Nunca Aconteceu (Jim Benton, Ed. Fundamento, 2008) - Jamie Kelly é uma menina pra lá de invocada que escreve um diário hilário. Só não conta pra ela que você está lendo, porque ela vai ficar uma fera!!! Diversão do # 1 ao # 6. Para crianças e adolescentes.
4) Ídolo Teen (Meg Cabot, Ed. Galera Record, 2008) - Jenny Greenley é uma estudante do Ensino Médio especialista em solucionar problemas de todo mundo, menos os seus. Quando um ator famoso tenta se passar por um aluno da sua escola, a confusão é tão grande que nem a sensata Jenny sabe se poderá consertar. Prepare-se para rir muito. Para adolescentes.
5) A Ilha (Victoria Hislop, Ed. Intrínseca, 2008) - Alexis nunca conseguiu arrancar de sua mãe nada sobre seu passado na Grécia. Num momento de crise de identidade, ela resolve visitar uma grande amiga da sua mãe no vilarejo de Plaka, e essa viagem a fará descobrir a deserta ilha de Spinalonga - sede da antiga colônia de leprosos da Grécia, desativada. Juntamente com a ilha, Alexis descobre também a história da sua família devastada pela guerra, pela lepra e pela paixão. Uma leitura cativante que mexe com as mais profundas emoções. Para jovens e adultos.
6) Por que os Homens são Assim? (Steve Biddulph, Ed. Fundamento, 2003) - do mesmo autor de Criando Meninos, ambos bestsellers internacionais, este livro deveria ser leitura obrigatória para toda a humanidade.
Num trecho do livro, o autor relata uma história contada por Robert Bly:
"Um homem de seus trinta e poucos anos decide telefonar de uma cidade distante, tentando atravessar o abismo que se formou entre ele e o pai. Os dois tiveram pouco contato nos últimos anos. Quando o pai atende...
- Oi, pai, sou eu.
- Oh, uh huh! Vou chamar sua mãe.
- Não chama, não. É com você que eu quero falar.
Faz-se uma pausa.
- Por quê? Está precisando de dinheiro?
- Não, não preciso de dinheiro.
(Neste ponto, a platéia sempre ri.)
E o rapaz começa a recitar um discurso meio que ensaiado, mas ainda assim vulnerável.
- Sabe que é, pai, eu andei pensando em você e nas coisas que fez por mim. Trabalhar aqueles anos todos em um emprego que você detestava só para sustentar e pagar a minha faculdade. A minha vida está bem hoje porque você me ajudou. Eu me lembrei que nunca agradeci.
Silêncio do outro lado da linha. O filho continua.
- Eu quero dizer obrigado.
Longa pausa antes da resposta do pai.
- Você andou bebendo????
O auditório sempre explode em risadas ao ouvir essa história, mas os homens riem com os olhos molhados e brilhantes."
Para homens e mulheres.
7) Steve Martin - Nascido para Matar... De Rir (Steve Martin, Ed. Matrix, 2008) - O ator conta a história de como se tornou um fenômeno do humor, do stand-up comedy ao cinema. Fala das pessoas que influenciaram sua carreira, suas crises de pânico, por que abandonou os palcos e sua difícil relação com a família. Um livro comovente e fácil de ler. Para jovens e adultos.
8) No Time to Say Goodbye - Surviving the Suicide of a Loved One ( Carla Fine, Ed. Broadway) - Tradução: Sem Tempo de Dizer Adeus - Sobrevivendo ao Suicídio de Alguém Querido (encontrado somente em inglês e japonês - para comprar acesse http://www.amazon.com/ ). A autora perdeu o marido por suicídio e resolveu escrever sobre sua experiência para ajudar outros sobreviventes (pessoas que perderam alguém querido por suicídio). Aos interessados em partes do livro em português, enviem e-mail para tfla@tfla.com.br . Estudos comprovam que o trauma sofrido por um sobrevivente ao suicídio é comparado ao vivido por um sobrevivente a um campo de concentração.
9) A Distância Entre Nós (Thrity Umrigar, Ed. Nova Fronteira, 2006) Todas as manhãs na Bombaim contemporânea, Bhima, uma empregada doméstica, deixa seu barraco na favela para cuidar da casa de Sera Dubash. Ali, Bhima esfrega o chão de um lugar em que será sempre uma estranha, limpa os estofados em que jamais poderá se sentar e lava a louça que não pode usar. No entanto, ainda que apartadas pela classe social e pelo sangue, Bhima e Sera estão unidas pelos laços femininos e pelas experiências de vida que compartilham. Comovente e arrebatador, uma história inesquecível. Para jovens e adultos.
10) Paixão Índia (Javier Moro, Ed. Planeta, 2006) - A Verdadeira história da Princesa de Kapurthala. Um mergulho na história da Índia e de um amor entre um Príncipe Indiano e uma bailarina espanhola. A história real de um amor que enfrentou barreiras culturais, a guerra e a gripe espanhola. Contém ilustrações. Para jovens e adultos.
11) Os Homens que Não Amavam as Mulheres (Stieg Larsson, Companhia das Letras, 2008) - Primeiro livro da Trilogia Millennium. Um dos mais comentados romances policiais dos últimos anos. O jornalista Mikael Blomkvist, em parceria com a hacker Lisbeth Salander, deverá desventar o sumiço de Harriet Vanger, sobrinha de um grande industrial sueco. O problema é que Harriet desapareceu há quase 40 anos, e o suposto autor do sequestro continua a enviar presentes para o seu tio, como num jogo macabro. Para jovens e adultos.
terça-feira, 7 de julho de 2009
Boas férias!!!

Kylie sent us a very nice picture taken in the teacher's room (TFLA Caiçara) on the last Thursday of the semester.
Congratulations, staff. You did a great job! We hope you rest a lot in July, so that you can be back full of energy in August.
To all the students, parents and friends, we wish a fantastic vacation, full of family moments and trips to wherever your hearts might take you.
Kylie, thanks a lot. Your picture now is part of our history.
sábado, 4 de julho de 2009
3 tipos de pessoas
De acordo com um colunista do jornal O TEMPO, no que se refere à ecologia e à preservação do meio ambiente, existem 3 tipos de pessoas:
1) Aqueles que não estão nem aí. Escutam as notícias, leem os jornais, mas se fingem de mortos. Acham que é tudo sensacionalismo barato ou que não é com eles;
2) Aqueles que reconhecem a importância de se preservar o meio ambiente, que acham um absurdo o que leem nos jornais e se revoltam com os relatórios de desmatamento no Pantatal e na Amazônia, mas que, mesmo assim, não mudam de atitude;
3) Os que percebem a seriedade da questão ambiental e tomam providências: recusam sacolas plásticas, param de consumir garrafas de água mineral, reduzem o consumo de alimentos industriais (para diminuir o lixo), aumentam o consumo de alimentos naturais, deixam o carro na garagem um dia na semana, plantam árvores, passam a comer carne bovina somente 2 vezes por semana, reduzem o tempo do banho, etc.
Alienado, demagogo ou próativo? Qual tipo você é?
1) Aqueles que não estão nem aí. Escutam as notícias, leem os jornais, mas se fingem de mortos. Acham que é tudo sensacionalismo barato ou que não é com eles;
2) Aqueles que reconhecem a importância de se preservar o meio ambiente, que acham um absurdo o que leem nos jornais e se revoltam com os relatórios de desmatamento no Pantatal e na Amazônia, mas que, mesmo assim, não mudam de atitude;
3) Os que percebem a seriedade da questão ambiental e tomam providências: recusam sacolas plásticas, param de consumir garrafas de água mineral, reduzem o consumo de alimentos industriais (para diminuir o lixo), aumentam o consumo de alimentos naturais, deixam o carro na garagem um dia na semana, plantam árvores, passam a comer carne bovina somente 2 vezes por semana, reduzem o tempo do banho, etc.
Alienado, demagogo ou próativo? Qual tipo você é?
quinta-feira, 25 de junho de 2009
10 things that I liked this semester
I had the chance to teach an amazing group this semester. I had a great time with them, and I'll miss them all.
During the time we spent together, they realized that many things most people like, I don't. They got to the conclusion that I hate everything, which is not true.
So, to prove them wrong, I told them I was going to leave them a message here, and I prepared this list of things that I liked, especially this semester.
Angelica, Bart, Bob, Bruce, Charles, Cindy, Dustin, Emely and Ramon (in alphabetical order so that nobody gets jealous), I hope you like it.
10 things that I liked this semester:
1) Stephenie Meyer's books;
2) Carambola;
3) Cindy's speech;
4) Bruce playing the guitar;
5) Bart's compositions;
6) Emely's poem;
7) Ramon's smart lines (just the ones with 'good' words)
8) Bob's love declaration letter;
9) Dustin and Charles' breaking-up letter (I just hope you guys never get to break up with anybody);
10) sharing the same interest in Edward Cullen with Angelica.
But what I liked the most was to see how much each one of you has improved.
You guys rock!
A las chicas del español, !no tengáis celos! !Ha sido muy divertido enseñaros!
Have a nice holiday, yall. I hope you sleep and read a lot!
Whitney/Isabel
During the time we spent together, they realized that many things most people like, I don't. They got to the conclusion that I hate everything, which is not true.
So, to prove them wrong, I told them I was going to leave them a message here, and I prepared this list of things that I liked, especially this semester.
Angelica, Bart, Bob, Bruce, Charles, Cindy, Dustin, Emely and Ramon (in alphabetical order so that nobody gets jealous), I hope you like it.
10 things that I liked this semester:
1) Stephenie Meyer's books;
2) Carambola;
3) Cindy's speech;
4) Bruce playing the guitar;
5) Bart's compositions;
6) Emely's poem;
7) Ramon's smart lines (just the ones with 'good' words)
8) Bob's love declaration letter;
9) Dustin and Charles' breaking-up letter (I just hope you guys never get to break up with anybody);
10) sharing the same interest in Edward Cullen with Angelica.
But what I liked the most was to see how much each one of you has improved.
You guys rock!
A las chicas del español, !no tengáis celos! !Ha sido muy divertido enseñaros!
Have a nice holiday, yall. I hope you sleep and read a lot!
Whitney/Isabel
quarta-feira, 24 de junho de 2009
Pais x Filhos
(Texto já publicado anteriormente neste blog, mas que, como diz o Oldair, merece ser relido)
Constatação: somos as primeiras gerações de pais decididos a não repetir com os filhos os erros de nossos pais. E com o esforço de abolir os abusos do passado, somos os pais mais dedicados e compreensivos, mas, por outro lado, os mais bobos e inseguros que já houve na história. O grave é que estamos lidando com crianças mais "espertas", ousadas, agressivas e poderosas do que nunca. Parece que, em nossa tentativa de sermos os pais que queríamos ter, passamos de um extremo ao outro. Assim, somos a última geração de filhos que obedeceram a seus pais e a primeira geração de pais que obedecem a seus filhos. Os últimos que tiveram medo dos pais e os primeiros que temem os filhos. Os últimos que cresceram sob o mando dos pais e os primeiros que vivem sob o jugo dos filhos. E o que é pior, os últimos que respeitaram os pais e os primeiros que aceitam que os filhos lhes faltem com o respeito.
À medida que o permissivo substituiu o autoritarismo, os termos das relações familiares mudaram de forma radical, para o bem e para o mal. Com efeito, antes se consideravam bons pais aqueles cujos filhos se comportavam bem, obedeciam as suas ordens e os tratavam com o devido respeito. E bons filhos, as crianças que eram formais e veneravam seus pais. Mas, à medida que as fronteiras hierárquicas entre nós e nossos filhos foram-se desvanecendo, hoje, os bons pais são aqueles que conseguem que seus filhos os amem, e, ainda que pouco, os respeitem. E são os filhos quem, agora, esperam respeito de seus pais, pretendendo de tal maneira que respeitem as suas idéias, seus gostos, suas preferências e sua forma de agir e viver. E, além disso, os patrocinem no que necessitarem para tal fim.
Quer dizer, os papéis se inverteram, e agora são os pais quem têm de agradar a seus filhos para ganhá-los e não o inverso, como no passado. Isto explica o esforço que fazem hoje tantos pais e mães para serem os melhores amigos e "tudo dar" a seus filhos. Dizem que os extremos se atraem. Se o autoritarismo do passado encheu os filhos de medo de seus pais, a debilidade do presente os preenche de medo e menosprezo ao nos ver tão débeis e perdidos como eles.
Os filhos precisam perceber que, durante a infância, estamos à frente de suas vidas, como líderes capazes de sujeitá-los quando não os podemos conter e de guiá-los enquanto não sabem para onde vão. Se o autoritarismo suplanta, a permissividade sufoca.
Apenas uma atitude firme e respeitosa lhes permitirá confiar em nossa idoneidade para governar suas vidas enquanto forem menores, porque vamos à frente liderando-os e não atrás, os carregando e rendidos à sua vontade. É assim que evitaremos o afogamento das novas gerações no descontrole e tédio no qual está afundando uma sociedade que parece ir à deriva, sem parâmetros nem destino.
Os limites abrigam o indivíduo, com amor ilimitado e profundo respeito.
"Assim, somos a última geração de filhos que obedeceram a seus pais e a primeira geração de pais que obedecem a seus filhos".
Mônica Monasterio (Madri-Espanha)
Constatação: somos as primeiras gerações de pais decididos a não repetir com os filhos os erros de nossos pais. E com o esforço de abolir os abusos do passado, somos os pais mais dedicados e compreensivos, mas, por outro lado, os mais bobos e inseguros que já houve na história. O grave é que estamos lidando com crianças mais "espertas", ousadas, agressivas e poderosas do que nunca. Parece que, em nossa tentativa de sermos os pais que queríamos ter, passamos de um extremo ao outro. Assim, somos a última geração de filhos que obedeceram a seus pais e a primeira geração de pais que obedecem a seus filhos. Os últimos que tiveram medo dos pais e os primeiros que temem os filhos. Os últimos que cresceram sob o mando dos pais e os primeiros que vivem sob o jugo dos filhos. E o que é pior, os últimos que respeitaram os pais e os primeiros que aceitam que os filhos lhes faltem com o respeito.
À medida que o permissivo substituiu o autoritarismo, os termos das relações familiares mudaram de forma radical, para o bem e para o mal. Com efeito, antes se consideravam bons pais aqueles cujos filhos se comportavam bem, obedeciam as suas ordens e os tratavam com o devido respeito. E bons filhos, as crianças que eram formais e veneravam seus pais. Mas, à medida que as fronteiras hierárquicas entre nós e nossos filhos foram-se desvanecendo, hoje, os bons pais são aqueles que conseguem que seus filhos os amem, e, ainda que pouco, os respeitem. E são os filhos quem, agora, esperam respeito de seus pais, pretendendo de tal maneira que respeitem as suas idéias, seus gostos, suas preferências e sua forma de agir e viver. E, além disso, os patrocinem no que necessitarem para tal fim.
Quer dizer, os papéis se inverteram, e agora são os pais quem têm de agradar a seus filhos para ganhá-los e não o inverso, como no passado. Isto explica o esforço que fazem hoje tantos pais e mães para serem os melhores amigos e "tudo dar" a seus filhos. Dizem que os extremos se atraem. Se o autoritarismo do passado encheu os filhos de medo de seus pais, a debilidade do presente os preenche de medo e menosprezo ao nos ver tão débeis e perdidos como eles.
Os filhos precisam perceber que, durante a infância, estamos à frente de suas vidas, como líderes capazes de sujeitá-los quando não os podemos conter e de guiá-los enquanto não sabem para onde vão. Se o autoritarismo suplanta, a permissividade sufoca.
Apenas uma atitude firme e respeitosa lhes permitirá confiar em nossa idoneidade para governar suas vidas enquanto forem menores, porque vamos à frente liderando-os e não atrás, os carregando e rendidos à sua vontade. É assim que evitaremos o afogamento das novas gerações no descontrole e tédio no qual está afundando uma sociedade que parece ir à deriva, sem parâmetros nem destino.
Os limites abrigam o indivíduo, com amor ilimitado e profundo respeito.
"Assim, somos a última geração de filhos que obedeceram a seus pais e a primeira geração de pais que obedecem a seus filhos".
Mônica Monasterio (Madri-Espanha)
segunda-feira, 22 de junho de 2009
Correspondente do TFLA diretamente da Espanha
Cuando hablamos de España, lo que viene en nuestras cabezas son las corridas de toros, el Flamenco, el castellano... Pero vivir en este país me ha mostrado que España no es sólo una, sino un conjunto de diversos “mini-países”! Aqui no hay estados, sino Comunidades Independientes. Y, de verdad, son como si fueran países, con una cultura propia, costumbres propias y hasta lengua propia!

Llevo casi 1 año viviendo en Barcelona, que está en Cataluña. Aquí, una de las frases que mas escucho es: “Catalunya no es Espanya”, que significa “Cataluña no es España” en catalán, el idioma local. Antes de llegar, no tenía idea de la riqueza cultural que encontraría aquí en Cataluña! Además del Catalán, idioma de mis clases en la Universidad (incluso exámenes, trabajos, etc.), las costumbres, la comida, hasta los festivos son exclusivos de la cultura local.
Un ejemplo de eso es el día de San Jordi, el día 23/04, que sería como el “Dia dos Namorados” en Brasil. En toda Europa, incluso en España, esta fecha es comemorada el 14/02, pero aquí en Cataluña no. La fecha es inspirada en una leyenda antigua de San Jordi y su lucha contra un dragón, lo que hizo que hoy, la tradición sea que a las mujeres se les regalan rosas, y a los hombres, libros! Fue increíble ver toda la ciudad de Barcelona en fiesta, con tiendas de rosas y libros afetando todas las calles! Y, claro, todas ellas llevaban una gran bandera de Cataluña!
Otro ejemplo es la comida: la paella, la sangría, las botifarras, los bocadillos... Todo muy rico! Cuando llegué aquí pensé que sería difícil adaptarme a la comida, pero con menos de un mes ya estaba adicta a la paella y a la sangría, y los bocadillos ya eran una gran parte de mi día! Ahora creo que lo difícil será adaptarme a vivir sin ellos, cuando yo vuelva a Brasil!
La ciudad de Barcelona ya es increíble por ella sóla: playas, cultura, fiestas para todos los gustos, y un planteamiento urbano que es ejemplo para todo el mundo. Pero la cultura catalana que grita por la ciudad, hace que nosotros nos sintamos todavía mas involucrados por ella, por la gente que intenta mostrarnos la belleza de Cataluña y por esa cultura riquísima!
Entonces dejo un consejo a aquellos que tienen ganas de viajar por Europa: venid a Cataluña!!! Pero no con ojos habrientos sólo por Barcelona y sus fiestas (eso les molesta mucho a los catalanes!) sino con la cabeza abierta para aprender sobre la cultura catalana y dejarse ser involucrado por todo lo que hace parte de ella (las fiestas, incluso! Jejeje).
Saludos a todos de TFLA principalmente a los que me ayudaron a estar aqui hoy!
Hasta pronto!!
Lívia
Llevo casi 1 año viviendo en Barcelona, que está en Cataluña. Aquí, una de las frases que mas escucho es: “Catalunya no es Espanya”, que significa “Cataluña no es España” en catalán, el idioma local. Antes de llegar, no tenía idea de la riqueza cultural que encontraría aquí en Cataluña! Además del Catalán, idioma de mis clases en la Universidad (incluso exámenes, trabajos, etc.), las costumbres, la comida, hasta los festivos son exclusivos de la cultura local.
Un ejemplo de eso es el día de San Jordi, el día 23/04, que sería como el “Dia dos Namorados” en Brasil. En toda Europa, incluso en España, esta fecha es comemorada el 14/02, pero aquí en Cataluña no. La fecha es inspirada en una leyenda antigua de San Jordi y su lucha contra un dragón, lo que hizo que hoy, la tradición sea que a las mujeres se les regalan rosas, y a los hombres, libros! Fue increíble ver toda la ciudad de Barcelona en fiesta, con tiendas de rosas y libros afetando todas las calles! Y, claro, todas ellas llevaban una gran bandera de Cataluña!
Otro ejemplo es la comida: la paella, la sangría, las botifarras, los bocadillos... Todo muy rico! Cuando llegué aquí pensé que sería difícil adaptarme a la comida, pero con menos de un mes ya estaba adicta a la paella y a la sangría, y los bocadillos ya eran una gran parte de mi día! Ahora creo que lo difícil será adaptarme a vivir sin ellos, cuando yo vuelva a Brasil!
La ciudad de Barcelona ya es increíble por ella sóla: playas, cultura, fiestas para todos los gustos, y un planteamiento urbano que es ejemplo para todo el mundo. Pero la cultura catalana que grita por la ciudad, hace que nosotros nos sintamos todavía mas involucrados por ella, por la gente que intenta mostrarnos la belleza de Cataluña y por esa cultura riquísima!
Entonces dejo un consejo a aquellos que tienen ganas de viajar por Europa: venid a Cataluña!!! Pero no con ojos habrientos sólo por Barcelona y sus fiestas (eso les molesta mucho a los catalanes!) sino con la cabeza abierta para aprender sobre la cultura catalana y dejarse ser involucrado por todo lo que hace parte de ella (las fiestas, incluso! Jejeje).Saludos a todos de TFLA principalmente a los que me ayudaron a estar aqui hoy!
Hasta pronto!!
Lívia
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